OA poderia ter tido um final, mas os criadores recusaram o Netflix.

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The OA


Descubra o motivo da decisão de Zal Batmanglij e Britt Marling de não encerrar The OA com um filme

O complexo universo de The OA está envolto em mistério desde o seu cancelamento. No ano A série de ficção científica, que estreou na Netflix em 2016, rapidamente capturou a imaginação dos telespectadores com seu enredo intrigante e personagens complexos. Prairie Johnson, interpretada por Britt Marling, é uma jovem cega que recupera a visão anos depois, tornando-se a espinha dorsal de uma história cheia de mistério e drama.

A proposta da Netflix e a recusa dos criadores

Em uma entrevista recente ao The Hollywood Reporter, o co-criador de The OA, Zal Batmanglij, revelou que a Netflix se ofereceu para encerrar a série com um filme. No entanto, ele e Marling rejeitaram a ideia. A visão deles era completar um capítulo completo da história, acreditando que isso não seria apenas uma conclusão adequada para a narrativa, mas também uma oportunidade comercial para a Netflix. A recusa resultou do desejo de manter a integridade da história pretendida, abstendo-se de condensar três temporadas planejadas em um único longa-metragem.

O cancelamento de The OA deixou os fãs com inúmeras perguntas. As redes sociais foram inundadas com expressões de frustração e petições online para reviver a série. Além de estrelar, Marling também se tornou uma voz ativa na comunidade de fãs, agradecendo aos fãs pelo apoio e compartilhando sua perspectiva sobre a decisão da Netflix de cancelar a série, apesar de sua popularidade e apoio.

O futuro incerto, mas esperançoso da OA

Apesar do tempo que passou desde o seu cancelamento, Marling deu a entender que OA pode retornar de alguma forma. As negociações entre os co-criadores e a Netflix permanecem no reino da incerteza, mas a possibilidade da ressurreição da série permanece esperançosa entre os fãs. A questão do papel da Netflix neste potencial renascimento e como a história se desenrolará continua sendo um tema de grande interesse e especulação.

Cancelamento de série, Netflix.  Brit Marling, The OA, Zal Batmanglij

A escolha de Marling e Batmanglij de não aceitar uma oferta de filme decorre de uma profunda filosofia artística e comercial. Batmanglij questiona a lógica econômica da Netflix ao deixar uma série inacabada, argumentando que uma obra completa teria mais valor no longo prazo. A decisão dos co-criadores reflete o seu compromisso com a sua visão artística e compreensão do valor duradouro de uma narrativa coesa e completa.

O cancelamento de The OA não apenas deixou questões sem resposta sobre a trama, mas também impediu que os espectadores explorassem mais a evolução de Prairie. Sua jornada de jovem cega a visionária com habilidades incríveis é uma prova do poder da narrativa na era digital. A conexão emocional que os fãs estabeleceram com Prairie é um exemplo claro de como personagens bem desenvolvidos podem transcender as barreiras da ficção e se tornarem ícones culturais.

A esperança vive nos corações dos fãs

O legado de ‘OA’ vive nos corações de seus fãs. A série não apenas criou um universo narrativo fascinante, mas Marling e Batman criaram uma comunidade de fãs ansiosos para ver a conclusão pretendida da história. A possibilidade de um renascimento em série ou filme continua sendo um tema quente entre fãs e críticos.

Cancelamento de série, Netflix.  Brit Marling, The OA, Zal Batmanglij

A história de OA e seu cancelamento repentino é um exemplo de como uma série pode transcender sua distribuição. O amor dos criadores e o entusiasmo dos fãs mantêm viva a esperança de uma conclusão digna desta história de ficção científica. Embora o futuro da The OA seja incerto, o seu impacto na cultura popular e nos corações dos seus fãs é inegável.